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Política

Bolsonaro defende Trump e critica governo Lula por defender o Brasil

Publicada em 03/04/25 às 06:32h - 10 visualizações

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Bolsonaro defende Trump e critica governo Lula por defender o Brasil
 (Foto: Rádio Rir Brasil - Itapuranga-Goias : Direção: Ronaldo Castro - 62 9 9 6 0 8-5 6 9 5 )

Ex-presidente critica a postura do governo Lula e sugere que Brasil evite confronto com os EUA diante de novas tarifas anunciadas por Trump

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL)  saiu em defesa de do presidente dos Estadis Unidos, Donad Trump após este fazer o  anúncio de tarifas que prejudicam o Brasil.

Bolsonaro elogiou os Estados Unidos criticou o governo de Luiz Inácio Lula da Silva. As tarifas prometidas pelo republicano podem afetar setores estratégicos das exportações brasileiras, mas Bolsonaro sugeriu que o Brasil não deveria confrontar os americanos.

Nas redes sociais, o ex-presidente escreveu em português e inglês que uma “guerra comercial com os Estados Unidos não é uma estratégia inteligente que proteja os interesses do povo brasileiro”. Para ele, a resposta adequada ao aumento de tarifas norte-americanas seria uma mudança na política econômica brasileira.

“A única resposta razoável às tarifas recíprocas dos EUA é que o governo Lula abandone a mentalidade socialista que impõe altas tarifas aos produtos americanos, impedindo que os brasileiros tenham acesso a produtos de qualidade a preços mais baixos”, afirmou.

Bolsonaro também argumentou que Trump estaria apenas protegendo seu país.

“Ele (Trump) está simplesmente protegendo seu país contra esse vírus socialista”, escreveu. O ex-presidente sugeriu que a postura do governo atual pode agravar as relações comerciais entre os dois países. “Dobrar e agravar a crise com nosso segundo maior parceiro comercial não é uma resposta sensata”, declarou.

Tigrão com Lula e tchutchuca com Trump

O “patriota”, que não defende o Brasil , disse que fez  negociações com Trump  durante seu governo,  evitando  tarifas sobre o aço brasileiro em 2019.

A história, no entanto,foi outra:
em 2020, o governo norte-americano impôs restrições ao aço brasileiro, contrariando a expectativa de Bolsonaro de uma relação privilegiada com a Casa Branca. A decisão veio em um momento crítico da campanha eleitoral de Trump, e o setor siderúrgico era visto como essencial para sua base de apoio. Apesar disso, Bolsonaro  evitou críticas à medida na época.

Lula reage com diplomacia e lei de reciprocidade no Congresso

Enquanto Bolsonaro puxa o saco de Trump o governo Lula uniu forças os parlamentares da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), grupo historicamente alinhado a pautas do ex-presidente de extrema-direita. O presidente da frente, deputado Pedro Lupion (PP-PR), defendeu a aprovação urgente do projeto de lei 2088/2023, já aprovado no Senado, que autoriza o governo brasileiro a aplicar contramedidas contra barreiras comerciais unilaterais.

“Precisamos de uma lei. Os grandes players do comércio mundial têm instrumentos legais para proteger seus interesses. O Brasil, não”, disse Lupion na terça (1º). A proposta já foi aprovada no Senado por unanimidade e está na pauta da Câmara dos Deputados. Caso o requerimento de urgência seja aprovado, o texto poderá ser votado ainda nesta semana.

A previsão é de que a proposta seja relatada pelo vice-presidente da FPA, Arnaldo Jardim (Cidadania-SP).

Tarifaço

O pacote tarifário americano, batizado por Trump de “Dia da Libertação”, rompe com o modelo multilateral promovido pela Organização Mundial do Comércio (OMC) e institui a prática de tarifas recíprocas ou seja, os EUA aplicarão às importações os mesmos encargos cobrados pelos países de origem dos produtos. Anteriormente, Trump assinou um decreto impondo uma tarifa de importação de 25% sobre todo o aço e alumínio, medida que acionou o alerta entre produtores siderúrgicos brasileiros.

O governo brasileiro tenta responder em duas paralelas: de um lado, endossa o projeto no Congresso para responder contra tarifas estrangeiras unilaterais. De outro, uma força-tarefa encabeçada pelos ministérios das Relações Exteriores e de Comércio e Serviços busca uma saída dialogada junto aos Estados Unidos. Caso não seja possível esse acordo, será aberta uma representação na OMC.

Com agências




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